PÓLO FCSH/NOVA

 

O Pólo FCSH/NOVA do CIC.Digital (Centro de Investigação em Comunicação, Informação e Cultura Digital), integrante desta unidade de investigação inter-universitária na área das Ciências da Comunicação e da Informação, reúne as anteriores unidades de I&D da FCSH/NOVA – CECL (Centro de Estudos de Comunicação e Linguagens) e CIMJ (Centro de Investigação Media e Jornalismo) e está sediado na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

Este projeto está solidamente implantado nos dois antigos centros da FCSH/NOVA, fundadores e pioneiros da investigação na área das ciências da comunicação em Portugal, avaliados e financiados pelo sistema científico nacional desde 1983 (CECL) e 1997 (CIMJ). Corresponde a um redesenho específico e fundamental das ciências da comunicação, ainda não concretizado no contexto da investigação portuguesa nesta área e que, acreditamos, exige o encontro de saberes e de sinergias que esta UI promove: o encontro entre as ciências da comunicação, fundadas por razões inultrapassáveis no âmbito das ciências sociais e humanas, em especial no âmbito do estudo das sociedades e da cultura contemporânea, com as ciências e as tecnologias da comunicação que se tornaram, de modo igualmente fundamental, na sua infraestrutura e também numa das metalinguagens ou possibilidades de conhecimento dominantes.

O aspeto transversal que entretece de modo muito significativo o programa de trabalhos dos seus três grupos de investigação – " Estudos dos Media e do Jornalismo" Cultura, Mediação e Artes” e "Comunicação Estratégica", é genericamente o da teoria, análise e produção dos media, centrando-se mais em particular nos seguintes eixos: teoria dos media, da linguagem e  dos discursos que através deles se constituem; observação e análise dos processos de interação e de constituição da experiência a que os media dão lugar (sociais, políticos e estéticos), em particular na âmbito das redes contemporâneas da comunicação; a compreensão e participação crítica na produção, receção e economia dos seus objetos industriais (textuais, audiovisuais, e cinéticos); a experimentação e receção crítica da produção criativa no âmbito das media arts, em particular com os media digitais.